Infelizmente, no Brasil, o hábito de escrever tem sido esquecido e desvalorizado, tanto nos estudos quanto no cotidiano. A influência da televisão e da internet tem enterrado cada vez mais a importância e o bom gosto por um belo papel impresso.
No entanto, não se pode negar que esse valor existe e é grande a ponto de resistir á toda a negligência da grande população.
Livros, revistas, jornais dos mais variados tipos são tesouros para a intelectualidade, só é uma pena que alunos e estudantes apreciem-nos somente por obrigação. Os livros escolhidos por professores, por exemplo, às vezes pelo próprio sentimento de dever, desestimulam o gosto dos jovens pela leitura, criando assim uma geração de analfabetos assumidos e cegando seus olhos aos prazeres da escrita e da leitura.
Além de ser um meio de expor informações, a escrita expõe pensamentos, opiniões e realidades diferentes, denunciando problemas graves referentes à sociedade e servindo como válvula de escape para emoções fortes, revoltas e intimidades, tornando-se uma terapia para quem pratica esse hábito.
Por vezes, é muito mais fácil atingir um grande público, sem recorrer às grandes e seletas emissoras, através da escrita utilizando-se da vasta gama de revistas, jornais e até blogs on-line relacionados ao assunto escolhido.
Quem escreve tem em mãos a chave para se comunicar com o mundo, extravasar sentimentos sem recorrer a meios violentos e encontrar pessoas afins onde menos se espera, unificando pensamentos.
O problema maior é encontrar público para tais textos. Porém, gente interessada em textos escritos é o que não falta, as listas de mais vendidos são provas disso. Existem pessoas que não sói possuem a habilidade de escrever e o gosto pela leitura como também a necessidade de ambas as coisas e outros tantos milhões de indivíduos apaixonados pelas idéias e emoções transmitidas pelos autores com o talento de imprimir no papel, através de suas obras, tudo aquilo que pensam e sentem.
Chega a ser um alívio, pois o hábito de ler é sempre interpretado como sinal de inteligência, prova de que a humanidade ainda tem potencial para se educar e produzir idéias valiosas e, a partir dos cultos às letras, escrever um mundo mais inteligente.
No entanto, não se pode negar que esse valor existe e é grande a ponto de resistir á toda a negligência da grande população.
Livros, revistas, jornais dos mais variados tipos são tesouros para a intelectualidade, só é uma pena que alunos e estudantes apreciem-nos somente por obrigação. Os livros escolhidos por professores, por exemplo, às vezes pelo próprio sentimento de dever, desestimulam o gosto dos jovens pela leitura, criando assim uma geração de analfabetos assumidos e cegando seus olhos aos prazeres da escrita e da leitura.
Além de ser um meio de expor informações, a escrita expõe pensamentos, opiniões e realidades diferentes, denunciando problemas graves referentes à sociedade e servindo como válvula de escape para emoções fortes, revoltas e intimidades, tornando-se uma terapia para quem pratica esse hábito.
Por vezes, é muito mais fácil atingir um grande público, sem recorrer às grandes e seletas emissoras, através da escrita utilizando-se da vasta gama de revistas, jornais e até blogs on-line relacionados ao assunto escolhido.
Quem escreve tem em mãos a chave para se comunicar com o mundo, extravasar sentimentos sem recorrer a meios violentos e encontrar pessoas afins onde menos se espera, unificando pensamentos.
O problema maior é encontrar público para tais textos. Porém, gente interessada em textos escritos é o que não falta, as listas de mais vendidos são provas disso. Existem pessoas que não sói possuem a habilidade de escrever e o gosto pela leitura como também a necessidade de ambas as coisas e outros tantos milhões de indivíduos apaixonados pelas idéias e emoções transmitidas pelos autores com o talento de imprimir no papel, através de suas obras, tudo aquilo que pensam e sentem.
Chega a ser um alívio, pois o hábito de ler é sempre interpretado como sinal de inteligência, prova de que a humanidade ainda tem potencial para se educar e produzir idéias valiosas e, a partir dos cultos às letras, escrever um mundo mais inteligente.
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