Alguns vivem para cuidar da terra,
Outros vivem para cruzar o céu,
Alguns lutam ou salvam vidas
E outros unem o homem de terno
E a mulher de véu.
Certas pessoas vivem para trabalhar,
Dando a esta tarefa prioridade máxima,
Os demais dão mais valor ao chão que pisam
E ao ar que tem para respirar.
Alguns vivem para pendurar uma rede
Entre dois coqueiros com vista para o mar,
Outros pintam telas, esculpem pedras e madeira,
Moldam barro com mãos talentosas e bem treinadas
E tocam melodias para tocar o espírito.
Alguns, por outro lado, vivem para fazer farras e festas
E músicas para se dançar.
O trabalho de alguns movimenta a mente,
O ofício de outros é suado e braçal.
Todos fazem parte de um todo
Porém nenhum deles é igual.
Nem todos nós somos pais,
Mas todos nós somos filhos.
Nascemos, é claro, sem saber do medo ou da morte.
Trens pequeninos
Que não vêem o fim dos trilhos.
Nem todos somos velhos,
Mas todos já fomos crianças
Nascemos já pré-dispostos a transformar cada experiência
Em uma preciosa lembrança.
rodrigosinc@hotmail.com
terça-feira, 27 de julho de 2010
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