quinta-feira, 29 de abril de 2010
Um dia de castigo - Lucas Satiro
Fui à missa com minha mãe.
Achava uma tortura, pois só tinha sete anos.
Chegou a hora de dar dinheiro
Para o cestinho da igreja que passava
Minha mãe me deu algumas moedas
Para pôr no cestinho.
Quando o cestinho chegou,
eu lembrei do Kinder Ovo,
Não consegui resistir à tentação,
não coloquei todas as moedas da minha mão.
Coloquei as moedas que eu não dei no bolso com zíper
e esperei a missa acabar,
eu e minha mãe fomos ao mercado
e o Kinder Ovo logo avistei.
Quando chegamos no caixa,
tentei comprar o Kinder Ovo,
mas não consegui
pois o zíper do bolso enroscou.
Quando cheguei em casa,
consegui abrir o bolso,
peguei as moedas e o castigo da minha mãe nem precisei
pois a vida já me castigara
Sem deixar eu comprar o Kinder Ovo.
Poema do aluno Lucas Satiro Silva dos Santos, 1°B, sobre o tema Infância.
Meu quarto - Lucas Martelli
Logo começou
Logo acabou
Como outra qualquer
Televisão, bola
Amigos, não muitos
Foi bem particular
Durante três ou quatro anos
Era bem trancado em casa
Meu quarto era meu santuário
Meu quintal era um "playground"
Um dia entrei na escola
Conheci pessoas novas
Meu mundo aumentou
Meu quarto ficou menor
O horizonte se abriu
Pena que a cama diminuiu.
Poema do aluno Lucas Martelli de Medeioros Silva, 1°B, sobre o tema Infância
Doce Criança - Gabriela Motano
estava sempre alegre
brincando com minhas amigas de boneca
cantando, sempre sendo observada por meus pais
Eu era meiga,
todos me diziam que eu era bonitinha
Bons tempos aqueles
Hoje tudo mudou,
Eu cresci
Meus pais não me observam mais
Minhas amigas não brincam mais,
Pensando bem, nem as vejo mais
Papai e mamãe só pensam no futuro
Mas, e o presente?
Poema da aluna Gabriela Motano, 1°B, sobre o tema Infância
terça-feira, 27 de abril de 2010
Refúgio - Larissa Diaconiuc
Eu queria ser grande
Eu queria passar maquiagem
E usar salto alto
Depois eu cresci
E ai eu quis ser pequena de novo
Eu queria voltar a pular corda
E brincar de casinha
Porque quando se é pequeno
Todo mundo é sincero
E seus erros são aceitáveis
É só pedir desculpas
Mas quando você cresce
As pessoas te julgam
As pessoas te magoam
E você não tem mais o refúgio da infância.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Yes, We can "escrever" - Nickolas
Assim como toda Nação, Os Estados Unidos possuem uma constituição e ela fora escrita para manter uma ordem dentro do País, sendo que cada cidadão deve seguí-la e respeitá-la.
O Brasil também possui uma Constituição, com mais remendos que a coberta de uma vovó, mas está lá, existe, fora escrita.
Mas então, o papel da escrita no mundo é apenas de legislação? Não, também de transformação, renovação, inovação, criação, entretenimento, fuga da realidade, visão de parâmetros e muitas outras funções.
Todos têm acesso a um papel e uma caneta (ou ao menos deveriam ter). Logo, todos podem (ou poderiam) transformar a realidade onde vivem, para melhor ou pior, e exemplos não faltam na história que isso é possível: a Declaração de Independência dos Estados Unidos mudou o cenário global da época. A Bíblia transforma as pessoas de forma até hoje surpreendente, podendo mudar a realidade de Nações como o fez na época da Reforma Protestante, por exemplo. A Ditadura tinha seus regulamentos escritos, mesmo muitos concordando ou discordando, que é outra possibilidade que a escrita dá: discordar ou concordar.
Com acesso à escrita, todos poderiam inovar, criar meios de preservação ambiental mais eficientes, criar carros menos poluentes e outras tantas outras coisas que poderiam ser feitas se todos pudessem apenas escrever.
A Escrita transforma o mundo. Ela é a arma mais poderosa de todas as eras, pois está ao alcance de todos, é algo Global , tem baixo custo e alta relação de retorno. Duvida disso? Acaba de ver isso ocorrer diante dos seus olhos...literalmente!
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Triste Realidade - Yuri Alves
inúmeras mortes
há quem foge
e quem tenta a sorte
a cada esquina
a cada quarteirão
há uma menina
da infância abrindo mão
bandidos querem nos assaltar
se a eles reagirmos
a vida irão nos tirar
e para o ceu partimos
políticos corruptos
de seus cargos devem sair
cargos com nomes fajutos
do jeito que ninguém irá sorrir
neste mundo louco
em que vivemos
tudo parece pouco
para a dor que sentimos
acertos de conta
tem todo dia
canalhas, pilantras
com a mente fria
homens que ficam se drogando
de noite na esquina
o tempo todo andando
em busca de cocaína
enquanto os pais
em casa se lamentam
acidentes fatais
na noite moram
agora para finalizar
o mundo de hoje está perdido
porque ninguém mais e capaz
de o próximo amar
cada dia mais um bandido
tirando nossa paz
Yuri Duarte Alves
yuri.reve@hotmail.com
Toda criança tem que crescer - Felipe Trevisan
Muito afim de criançar
De fazer tudo que quero
Tudo que posso imaginar
A vida nos dá a vida
Pra dela um dia desfrutar
Desfrutar enquanto é tempo
De brincar do que gostar
Aproveita a tua infância
Enquanto dela pode ter
Aproveite pois um dia
Nós todos vamos CRESCER.
Poema sobre o tema Infância, do aluno Felipe Trevisan, 3° B.
O triste fim do Porquinho-da-Índia
Ganhei um porquinho-da-índia
Eu o amava
Porém, ele era muito estranho
Só gostava de ficar debaixo do fogão!
Levava ele para os lugares mais bonitos,
mas ele só queria ficar debaixo do fogão.
Um dia, quando voltei da escola
Tive a triste notícia:
Que o meu porquinho amado
virou um porquinho assado!
- Poema baseado no "Porquinho-da-Índia", de Manuel Bandeira, pelo aluno Junior Juliano, 3° B.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Reciclagem e sustentabilidade: a moda dos anos 2000 - João Palhuca
Reciclagem, uma das palavras que atualmente está na moda, vem do inglês Recycle ou repetir o ciclo e consiste na fabricação de um produto tendo como base o próprio produto, no entanto, já aproveitado e, teoricamente, sem mais recursos a oferecer. Um exemplo é o emprego de latas de alumínio já utilizadas para a produção de novas.
Aproveitando o ensejo do exemplo citado anteriormente, podemos ressaltar o fato que o Brasil é o país que mais recicla o alumínio: são 98% de reaproveitamento de todo o alumínio produzido, isso é muito favorável para a questão sócio-ambiental brasileira, pois gera empregos em cooperativas e em indústrias do ramo.
Essa reciclagem contribui diretamente para a redução do lixo nas grandes cidades, uma vez que este é um dos principais responsáveis pela poluição das ruas e pela má qualidade de vida da população.
Outra palavra que está na moda é a sustentabilidade, que é uma ideia que vem do conceito de desenvolvimento sustentável que surgiu entre as décadas de 1980 e 90 e que significa “sobrevivência, entendida como a perenidade dos empreendimentos humanos e do planeta” (1), ou seja, que deve haver um equilíbrio entre as atividades humanas e as do planeta.
As empresas usam do artifício da sustentabilidade como uma espécie de marketing do seu produto. Um exemplo é aquela famosa empresa de detergentes líquidos que fez um comercial dizendo que a cada detergente produzido foi plantada uma árvore.
Na atual conjuntura, uma empresa que utiliza os artifícios da reciclagem de produtos e da sustentabilidade é uma empresa muito mais bem-sucedida, pois o homem preza muito mais pela contribuição da empresa com o meio ambiente do que a qualidade do produto em si. Todavia, a ignorância da sociedade não permite que esta tenha a visão que estas atitudes são apenas uma fachada para que a empresa continue produzindo seus produtos, com poluição ou não, sem que essa poluição esteja exposta.
Citações:
1 - F Almeida - … Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável-Revista … - mbc.org.br
Contato: victor_palhuca@hotmail.com
Copos não-descartáveis - Por Vanessa Matos
Nem tão bons assim - GABRIEL FERREIRINHO
Com a famosa, e exageradamente temida, gripe suína, as escolas tiveram que optar por uma substituição do bebedouro, que aumentava a chance de contaminação e contagio da doença. Uma das alternativas encontradas foi a colocação de copos plásticos, porém essa escolha pode acarretar problemas graves futuramente.
Com a utilização do material plástico em excesso, a quantidade mensal de lixo aumenta a níveis preocupantes. O plástico leva de cento e cinquenta a quatrocentos anos para se decompor e se utilizado e produzido numa grande escala pode se tornar uma calamidade.
Na ETEC Parque da Juventude, escola estadual de São Paulo, o problema do uso abundante dos copos plásticos foi resolvido a partir de uma compra feita pela APM (Associação de pais e mestres), que distribuiu canecas de plástico para todos os alunos e professores.
Além dos problemas como custo e lixo em excesso, o consumo de bebidas quentes no copo plástico pode acarretar em problemas de saúde sérios. Quando aquecido o material libera uma toxina chamada Bisphenol A (BPA). Essa toxina pode afetar os hormônios do corpo e acarretar efeitos negativos para a saúde.
Com tantos argumentos a favor da utilização das canecas, é quase imprescindível que o governo tome algumas atitudes e conscientize a população. O que você pode fazer? Repassar essa informação, e tentar, você, conscientizar o mundo.
Canecas Personalizadas ou Copos Descartáveis? - Matheus de Lucca da Silva
Quantas vezes não utilizamos um copo descartável apenas uma vez e já o jogamos no lixo? E depois usamos outros e outros, gastando grandes quantidades enquanto poderíamos usar o mesmo todas essas vezes?
Pois é, em meio a tantas notícias sobre o aquecimento global, devemos procurar alternativas para evitar aumentar ainda mais a poluição do meio ambiente.
Uma medida fácil e prática é substituir os copinhos descartáveis por canecas reutilizáveis. Por que?
Os copos descartáveis podem demorar de 200 a 450 anos para se decompor na natureza. Além disso, a reciclagem de copos plásticos usados não permite a geração de outros copos, pois os resíduos alimentícios são difíceis de serem eliminados. Outro ponto importante é que bebidas muito quentes em contato com o plástico podem liberar substâncias nocivas ao organismo, diferente da porcelana de uma caneca, por exemplo.
Uma pesquisa da Embrapa Arroz e Feijão, diz que se todos os seus funcionários utilizassem três copos plásticos por dia, no fim do ano serão 230, 400 copos descartados no ambiente. Ou seja, é muito. E isso de apenas uma empresa, imagine de toda uma população.
Alguns Dados
• Mais de 50% dos resíduos encontrados no mar é composto de alguma forma de plástico.
• Cerca de 56% do lixo plástico é composto por embalagens usadas. 75% disto é proveniente de uso doméstico.
• Mais de 80% de todos os copos plásticos são usados apenas uma vez e depois descartados.
• 15% dos resíduos da coleta seletiva no Brasil é composto por plásticos.
• Se você alinhar todos os copos plásticos fabricados em apenas um dia, eles farão um círculo ao redor da Terra.
Com estes dados em mãos, podemos mudar nossos hábitos, trocando os tais copinhos por canecas de porcelana, que você pode usar sempre, basta lavá-las.
Um exemplo da mudança desse hábito é nossa própria escola, que está distribuindo canecas para serem usadas ao invés dos copos plásticos, que eram utilizados anteriormente.
Matheus de Lucca da Silva
Não gaste tanta água, beba na canequinha quadrada! - MARIANA COTA
2009 - Devido à “gripe suína” as escolas tiveram que desativar o bico menor dos bebedouros, onde a água podia ser bebida diretamente da “máquina”, para a não propagação do vírus Influenza A H1N1. O consumo de copos plásticos descartáveis na época era maior do que a capacidade de reposição da escola, então a proposta era que os próprios alunos trouxessem suas próprias canecas ou garrafinhas de casa, mas isso dificilmente acontecia, tanto que vários dos alunos dividiam suas garrafas de água, inutilizando assim, a proposta da escola da prevenção da gripe.
2010 – Já no começo do ano, a APM nos presenteou com canecas plásticas reutilizáveis, fofíssimas, amarelíssimas e é claro, quadradíssimas, para que possamos além de matar a sede, nos divertir e sempre babar demais.
O Oficina de Comunicação e Mídia voltou com tudo em sua versão 2.0, agora com Redação no nome. E nossas produções poderão ser lidas por toda a comunidade escolar sempre que publicadas. Devemos aqui anunciar, portanto, o mal que fazem os copinhos plásticos descartáveis.
A reciclagem, que é tão defendida por alguns, é amargamente condenada por estudiosos, isso porque o que deveria poupar a natureza está, na verdade, desperdiçando nossos recursos hídricos. Para a reciclagem dos copos descartáveis é utilizada uma quantidade de água infinitamente maior do que a utilizada para lavar canecas duráveis.
Além disso, quando aquecemos esses copos (com o cafezinho que a mamãe adora depois do almoço, por exemplo) toxinas altamente prejudiciais são liberadas. Se você não se preocupa com o ambiente ou com os próximos 100 anos de gerações que esperarão o lixo desses copos se desintegrar, pense na sua saúde, já que essa composição química atua inclusive como hormônio feminino, podendo a longo prazo trazer diabetes, hiperatividade, câncer e PASMEM: infertilidade masculina, além de outras doenças.
Então, mais do que nunca, adorem suas canequinhas amarelas. Se ainda não pegou a sua, há tempo! E não se esqueçam de agradecer a APM e a tia Maria. =D
fonte: www.problemasambientais.com.br
Reciclagem, retardando o mal inevitável - Níckolas Ramos
Reciclagem é um processo que tem como objetivo reutilizar um material que em sua forma presente não é útil (ou ao menos parece não ser) para quem o possui. Essa reutilização visa que, ao final do processo, o material que entrou inútil saia apto para um nova utilidade.
O reuso também é muito importante pois prolonga o ciclo de uso do material antes de chegar à reciclagem. Um exemplo seria um potinho de manteiga que pode servir para outros fins, como por exemplo porta-sabão.
Atualmente, 60% dos resíduos encontrados como lixo são plásticos, que têm sua origem no petróleo, ou seja, é um material que não é auto-sustentável, um dia acabará. Porém se daqui 200 anos o petróleo acabar, ainda seriam vistos plásticos boiando em rios ou na beira de prédios velhos, pois o mesmo demora até 400 anos para se decompor.
Não há como evitar o problema de que um dia o plástico se torne inútil para reciclagem, pois o mesmo pode ser reciclado até sete vezes. Sendo assim, sabe-se que o plástico inevitavelmente vai, um dia, ser depositado num aterro ou em outro lugar como lixo “irreciclável” e por sua vez inútil.
Além de demorar anos para se decompor, o copo plástico, em contato com líquidos quentes, libera uma substância cancerígena. Ou seja, o plástico prejudica a muitos em vários sentidos, seja durante o uso ou durante o desuso e até na produção, que gasta energia, água, materiais químicos diversos e polui o ambiente com toxinas que aceleram o problema da camada de ozônio e do efeito estufa.
Segundo uma pesquisa realizada em uma escola de 400 alunos e 20 professores, a média de uso diário é de 45 copos, sendo que 60% desses usuários sabem os efeitos maléficos do plástico na natureza.
Além de prejuízos durante o uso, na produção e na decomposição, a reciclagem do plástico gasta mais água e sabão do que a produção. Em suma, o copo plástico, por exemplo, é maléfico em todos os estágios de sua vida útil e inútil.
Podemos reciclar, mas devemos ter em mente que o plástico, mais cedo ou mais tarde, será totalmente não reciclável, e o que faremos a partir daí? Formaremos ciclos de decomposição? O plástico em si, tem seus benefícios, mas ao tratarmos de copos plásticos, devemos, definitivamente, e sem sombra de dúvida, excluí-los de nossa sociedade e de nossa mente, pois em toda e qualquer ocasião onde haverá bebidas, associamos os copos maléficos.
É preciso parar o uso agora e iniciar um pensamento mais ecológico, numa política pessoal, onde canecas e garrafas substituam os copos descartáveis, como ocorrera quando descobriram que o óleo de baleia utilizado para acender lamparinas poderia ser substituído por outras substâncias; assim também como, atualmente, a ETEC Parque da Juventude, que distribuiu canecas a seus alunos; foram 600 alunos que poluíram menos o ambiente ao beber água todos os dias.
Sejamos, de igual modo, revolucionários com uma situação extrema: em poucos anos, morreremos sufocados pelo nosso próprio plástico. O mp3 que você usou, mas depois foi substituído pelo mp5, um dia irá aparecer boiando na sua casa por conta de uma enchente causada pelo gabinete de computador que você jogou no lixo e foi parar no rio próximo do seu bairro, há 10 anos. Quantos problemas, não? Então se previna, recicle o máximo que puder, numa política pessoal, porém tenha em mente que isso terá escalas maiores do que seu próprio lar.
Sacolinhas do Mal - George Lucas
George Lucas Leal Paulo
georgelpaulo@hotmail.com
Sacolinhas do mal
A sociedade capitalista é altamente consumista e pouco se importa com o que acontece com as consequencias do consumo. Em virtude disso, hoje no Brasil são utilizadas 35 mil sacolas plásticas por minuto (aquelas de supermercado), e pra onde vai tudo isso? A maioria dos brasileiros não sabe pra onde vai o lixo nem como funciona o processo de reciclagem. Muitas pessoas não são adeptas da reciclagem por falta de conhecimento ou às vezes até porque não têm contato com a coleta seletiva ou qualquer tipo de programa de reciclagem. Isso também acontece porque não queremos saber pra onde vai nosso lixo, afinal de contas é lixo. Mas, apesar de não nos importarmos , deveríamos estar muito conscientes disso, pois esse tipo de ação está causando sérios problemas.
Você sabia que o plástico demora em media 100 anos para se decompor na natureza? Agora pense que todas as 35 mil sacolas plásticas que são consumidas por minuto, dois milhões por hora, vão demorar muito para desaparecer da face da terra.
E nós podemos a mudar essa situação dizendo não à distribuição em massa dessa arma plástica que utilizamos todo santo dia, ainda que outras pessoas optem por continuar com o velho hábito. Hoje temos a opção de usar as “Ecobags”, que são uma alternativa ecologicamente correta, mas, apesar de super ecológicas, não são tão baratas como nossas arminhas de poluição em massa, mas representam um começo. Por enquanto, temos que sonhar com uma sociedade sustentável que não utiliza copos descartáveis, preferindo canecas pessoais como fazemos aqui no PJ. Temos que sonhar que um dia os líderes mundiais não tenham que se reunir para “ver o que iremos fazer para salvar o mundo”.
Um caso de amor com a amarelinha - João Palhuca
O plástico e o isopor, materiais usados na fabricação de copinhos descartáveis, quando aquecidos, liberam uma toxina chamada Bisfenol A (BPA). É fato que essa toxina é liberada 55 vezes mais rápida quando o material do copo descartável é aquecido e pode causar disfunções hormonais nos seres humanos.
A Associação de pais e mestres da Escola Técnica Parque da Juventude (APM ETECPJ) lançou um modelo de canecas em poliuretano, um plástico bem rígido e que também possui a toxina Bisfenol A, porém, de uma forma menos agressiva, na cor amarela, justamente para evitar os tão famigerados copos descartáveis e, evitando assim, as disfunções de saúde causadas pelo constante uso dos mesmos, além do excesso de produção de lixo, que é um problema bastante conhecido nas grandes metrópoles.
O que acontece com as adoráveis canequinhas é realmente um caso de amor: você as usa para tomar água, café, líquidos em geral e as leva para qualquer lugar, basta mantê-las na mochila. Além disso, a galera abriu a mente e começou a personalizar as canecas: podemos ver canecas com desenhos, frases de efeito, adesivos, símbolos... Cada caneca tem a cara do seu dono!
Essa iniciativa tomada por parte da APM foi muito criativa e inteligente, pois serão usados copos descartáveis em menor quantidade, o que trará menor prejuízo, tanto econômica quanto ambientalmente.
Bendito seja o Tempo - Rodrigo Sinckevicius Martins
Canequinha da Alegria- Yuri Duarte Alves-1ºA
Atualmente, a utilização de copos plásticos é enorme, de modo que a cada dia que passa é maior o número de fabricação dos mesmos.
Seja nos escritório, nas escolas, supermercados entre outros locais, sempre usamos os “copinhos” para tomar água, café, chá e outras coisas.
Sempre que usamos os “copinhos” não estamos preocupados com a degradação que ele causa na natureza. Sempre que os compramos, queremos saber de lucro imediato, a preocupação monetária, ou seja, esquecemos do nosso “lar”, Terra.
Se em alguns locais estratégicos fossem distribuídas canecas, o gasto imediato seria maior, mas a longo prazo teríamos um lucro muito maior, e fora que o ambiente “sofreria” menos.
Mas, infelizmente, a grande maioria não está preocupada com a situação do nosso “lar”, e essa maioria só irá sentir quando os erros cometidos e refletirem nela mesma, ou seja, a conscientização só virá quando não tiver mais volta.
Afogados em copinhos descartáveis - Rodrigo Sinckevicius Martins
Todos os materiais inorgânicos, em especial o plástico, demoram séculos para se decompor na natureza, mas até desaparecerem por completo são capazes de provocar bastante estrago. Muitos animais marinhos e terrestres morrem sufocados ou são vítimas de deformações ao ingerirem materiais plásticos e metálicos por acidente; esses materiais desprendem elementos tóxicos que contaminam o solo e a água de lençóis freáticos e resultam em toneladas de gases venenosos na atmosfera quando incinerados. É uma pena que a grande maioria de nós só perceba os danos com que isso nos afeta indiretamente, ou melhor, prefira ignorar as causas de tais prejuízos.
Numa pesquisa feita na Escola de Idiomas de Recife, publicado em 2009, entrevistou os 400 alunos e o corpo docente de 20 profissionais com um questionário de questões de “sim” e “não” a respeito de sustentabilidade e chegou a conclusões preocupantes: 85% dos entrevistados afirmaram ter consciência dos danos causados ao meio ambiente pelo consumo de 450 copinhos diários utilizados para servir água na escola, porém, 70% dos mesmos entrevistados preferem o uso dos copinhos como meio de servir água na instituição. Dados como este mostram o pouco caso de grande número de pessoas com o resultado do consumo contínuo, crescente e desenfreado de materiais inorgânicos.
A situação é agravada com a ignorância da grande maioria da população a respeito da reciclagem. Ao contrário do que muitos sabem, a reciclagem é um processo consideravelmente limpo que elimina todos os resíduos que impreguinam os materiais plásticos e metálicos usados como copos, latas, sacolas e embalagens. Por outro lado, esses processos também são muito atacados por utilizarem uma quantidade muito grande de água, sabão e produtos químicos, além de só poderem renovar os materiais certo número de vezes. O plástico, por exemplo, tem 7 ciclos nos quais o material pode ser reciclado.
Hoje em dia, tem quem resolva o problema do consumo de copinhos utilizando canecas personalizadas ou garrafas plásticas que podem ser usadas várias vezes, reduzindo consideravelmente os custos e o lixo das instituições e empresas onde serve-se água ou outras bebidas nos corredores e possibilita que os empregados, funcionários e alunos tragam de casa as bebidas de sua preferência. Não chega a ser uma medida miraculosa ou que resolva definitivamente o problema, mas temos que começar a nos mexer para impedir que todos nós nos afoguemos em copinhos plásticos.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
O que vem por aí...
Como uma sugestão cultural, fica o filme "The Freedom Writers", ou "Os escritores da liberdade", com a atriz de Hollywood Hillary Swank.
O filme mostra o verdadeiro papel social da escrita, e sua importância na vida de cada um.
Assistam! É uma história real!!